A tal educação
Ontem estive pensando,
somos mesmo máquinas milimétricamente ajustadas em prol de um fim...
... o fim da espontâneidade.
Ser diferente significa rigorosamente sem igual a um milhão de diferentes que,não por acaso,criaram a cultura e os modos do "ser diferente".
A gente cresce pra se espelhar em um exemplo imposto. Muitos se espelham no herói proposto,outros poucos,têm coragem de assumir no próprio rosto as feições do vilão: jocoso,inescrupuloso e invariávelmente invejoso.
Não se trata de uma luta entre o bem o mal...o mundo é mais como uma bola trasparente onde cada singular indigente escolhe entre viver o igual ou parecer o falso diferente.
Escrito por M.E às 08h39
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